A Prefeitura de Bebedouro, através do Departamento de Turismo, conquistou um avanço expressivo no ranking de Municípios de Interesse Turístico (MIT), subindo 40 posições nos últimos anos.
Em 2020, Bebedouro ocupava a 92ª colocação e, em 2025, passou a figurar na 52ª posição, resultado que demonstra o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do turismo local e o atendimento aos critérios exigidos para a classificação.
O avanço é atribuído à realização contínua das reuniões do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), à revisão do Plano Diretor e à promoção de eventos estratégicos, como a Semana do Turismo.
Essas ações, somadas à melhoria no desempenho do município no ranking, representam um marco positivo e fundamental para o fortalecimento do turismo em Bebedouro.
Saiba mais: https://www.turismo.sp.gov.br/sec_turismo
Municípios Turísticos do Estado de São Paulo
Estâncias e MITs como Vetores de Desenvolvimento
O Estado de São Paulo abriga um dos ecossistemas turísticos mais estratégicos do Brasil.
Para além das capitais econômicas e dos destinos óbvios, existe uma rede inteligente de cidades preparadas para receber visitantes, gerar renda local e preservar identidade.
Nesse cenário, ganham protagonismo as Estâncias Turísticas e os Municípios de Interesse Turístico (MITs) — dois modelos distintos, porém complementares, de valorização territorial.
As Estâncias Turísticas são municípios oficialmente reconhecidos pelo Governo do Estado por concentrarem atributos naturais, culturais, históricos ou climáticos capazes de sustentar o turismo como atividade econômica permanente.
Esse título garante acesso a investimentos específicos para infraestrutura turística, qualificação de serviços e preservação do patrimônio. Campos do Jordão, com seu clima de montanha, e São Roque, referência em enoturismo e gastronomia, são exemplos claros de como identidade bem trabalhada se transforma em fluxo constante de visitantes.
Já os MITs representam o futuro do turismo paulista. São cidades com forte potencial turístico que, mesmo sem o título de Estância, recebem recursos estaduais para estruturar projetos, profissionalizar a oferta e ampliar sua visibilidade.
Brodowski, conectada à obra de Cândido Portinari, e Jundiaí, consolidada por eventos como a Festa da Uva, mostram que vocação cultural bem explorada gera relevância regional e nacional.
Juntas, Estâncias e MITs formam um mosaico de experiências que vai do ecoturismo ao turismo cultural, do lazer familiar ao turismo de negócios.
Mais do que destinos, esses municípios são provas de que turismo bem planejado não é gasto público: é investimento em identidade, economia local e qualidade de vida — para quem visita e, sobretudo, para quem vive ali.



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