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Monte Alto abriga mais de 30 áreas de coleta de fósseis, mas a maioria dos sítios paleontológicos está localizada em propriedades particulares.

Um dos locais mais emblemáticos, descoberto nos anos 1980, foi o Campo Campestre, onde foram encontrados os primeiros fósseis que deram origem ao atual Museu de Paleontologia de Monte Alto.

Outro ponto de destaque é o bairro rural Morrinho de Santa Luzia, conhecido como Campo Morrinho, local do achado do Morrinhosuchus luziae, um crocodilo pré-histórico que viveu há cerca de 85 milhões de anos e cujo nome homenageia a região em que foi descoberto.

O acervo do museu é formado, em sua maioria, por fósseis — restos de animais e plantas que viveram milhões de anos atrás e foram preservados nas rochas através do processo de fossilização.

Esse fenômeno ocorre quando sedimentos cobrem os organismos, protegendo-os da decomposição e formando rochas que guardam fragmentos originais.

Em Monte Alto e em cidades do oeste paulista, os fósseis encontrados pertencem à Bacia Bauru, formada no período Cretáceo, última era dos dinossauros.

As atividades de escavação e preparação de fósseis geralmente são conduzidas pela equipe do museu, com o apoio de voluntários e especialistas.

As descobertas na região já atraíram paleontólogos do Brasil e do exterior, resultando em artigos científicos publicados em revistas internacionais e consolidando Monte Alto como referência em estudos de paleontologia no interior de São Paulo.

Os primeiros fósseis descobertos, nos anos 1980, pertenciam a um enorme dinossauro do grupo dos Titanossauros.

Hoje, no salão de exposições do museu, visitantes encontram peças originais, inclusive do Arrudatitan maximus, uma nova espécie de titanossauro, cujo esqueleto parcialmente articulado foi recriado para simular um campo de escavação.

Além dos dinossauros, o espaço expõe fósseis de crocodilos como Baurusuchus salgadoensis, Caipirasuchus montealtensis, Montealtosuchus arrudacamposi, Morrinhosuchus luziae e Caipirasuchus paulistanus, além de tartarugas, moluscos e materiais cedidos por pesquisadores e instituições parceiras.

Para tornar o conhecimento acessível, o museu aposta em inovação: réplicas de fósseis feitas em impressão 3D permitem que pessoas com deficiência visual tenham contato direto com as formas e texturas.

O espaço é adaptado para idosos, cadeirantes e visitantes com mobilidade reduzida, contando com etiquetas em braile e recursos de acessibilidade comunicacional.

Assim, o Museu de Paleontologia de Monte Alto não é apenas um guardião da história da vida no planeta, mas também um símbolo de inclusão, educação científica e turismo cultural no interior paulista, atraindo famílias, estudantes e pesquisadores do Brasil e do mundo.

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